• Explore Vox
  • Culture
  • Entertainment
  • Life
  • Music
  • News & Politics
  • Technology
  • Join Vox
  • Take a Tour
  • Already a Member? Sign in
edunogama

Literatura Viva

poemas, notícias, análises e muito mais

  • edunogama’s Blog
  • Profile
  • Neighbors
  • Photos
  • More 
    • Audio
    • Videos
    • Books
    • Links
    • Collections

Concurso literário

  • Aug 1, 2007
  • Post a comment

 

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e o Ayuntamento de Punta Umbría instituem o “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”

Podem concorrer a este prémio, todos os escritores, nacionais e estrangeiros, desde que as obras a concurso sejam apresentadas em português ou espanhol.

Os originais em português serão dirigidos ao júri do “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”, e deverão ser entregues em mão na sede do Município de Vila Real de Santo António – Praça Marquês de Pombal – 8900 – 231 Vila Real de Santo António ou remetidos por correio registado, com aviso de recepção, para a mesma morada, até ao dia 31 de Outubro de 2007.

Os originais em espanhol deverão ser entregues na Casa de Cultura de Punta Umbría – Plaza de las Artes s/n – Punta Umbria – 21100 Huelva, España, podendo as respectivas disposições regulamentares ser consultadas em www.ayto-puntaumbria.es.

A participação no Prémio com originais em português implica o conhecimento do respectivo Programa de Concurso, que foi publicitado na imprensa e pode ser consultado em www.cm-vrsa.pt ou solicitado à Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Núcleo de Gestão dos Espaços Culturais, pelo telefone 281 510 045/7 ou fax nº 281 510 049.

Cada concorrente poderá participar apenas com um original, com um mínimo de trinta páginas e um máximo de quarenta, apresentado em triplicado, em letra Times New Roman, corpo 12 e espaço duplo.

Os originais deverão ser encerrados em invólucro opaco, fechado e lacrado, devendo constar no rosto, o título da obra e o pseudónimo do autor. Os elementos de identificação do autor deverão ser encerrados num segundo invólucro opaco, fechado e lacrado, em cujo rosto deve ser escrito o pseudónimo do seu autor. Por sua vez, os invólucros referidos nos números anteriores são guardados num outro invólucro opaco, fechado e lacrado, dirigido ao júri do concurso “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”.

O valor do Prémio em cada uma das modalidades, português e espanhol, é de 2.500,00€ (dois mil e quinhentos euros). As obras vencedoras serão editadas em livro, recebendo os autores cinquenta exemplares a título de direitos de autor.
O júri, constituído por três escritores de reconhecido prestígio, deliberá até 31 de Dezembro de 2007, em acta que conterá os fundamentos da sua decisão.

Post a comment

Vinícius segundo Bruno Tolentino

  • Jul 26, 2007
  • Post a comment

Palestra ministrada pelo poeta Bruno Tolentino no fim da década passada, talvez em 1998, na cidade de Campinas. Transcrita por mim, literalmente, sem correções.

 

Vinícius e a retomada da tradição

Vinícius foi quem botou o bonde nos trilhos outra vez. À época em que Bandeira publicou Lira dos cinquent’anos, já havia publicado uma série de sonetos sensacionais. Após três anos escrevendo verso livre, A volta mulher morena, A chegada da mulher loura, mulher listrada, mulher azul, etc. São todos muito bons, estou brincando porque são temas habituais de Vinícius. Quando o poeta tinha 23 anos, já havia publicado três livros, que são esses deste feitio.
De repente, começa a fazer sonetos, e os sonetos que faz, sem dúvida nenhuma, reinstauram aquela tradição perdida ou interrompida. Faz de uma maneira tão extraordinária, que não é de espantar o impacto causado. O primeiro deles, de 1936, é um soneto, um sonetilho à la Mallarmé, mostrando ser um poeta que lê e escreve a partir das leituras. É quase uma imitação de Mallarmé, mas em todo caso uma maneira mallarmaica de fazer poemas. É um poema para ser lido, não para ser ouvido.
Em seguida, ele faz a coisa mais revolucionária, mais subversiva e surpreendente da poesia brasileira até então: o Soneto da Intimidade, de 1937. Vinícius é de 1913, portanto, não tinha ainda vinte e quatro anos. Por que esse poema é tão revolucionário? Porque a receita modernista era aquela feita por Carlos Drummond, era aquilo que, até então, Manuel continuava fazendo. Todos estão fazendo poemas ultra-modernistas: verso livre, sem métrica; a espontaneidade da expressão; a temática de ordem cotidiana e uma liberdade de linguagem em que o coloquial prima sobre toda e qualquer linguagem nobre. O sentimento nobre pode até estar ali, mas a linguagem não pode ser rebuscada. Esse era o ideal modernista, e é de se espantar que com esse tipo de receita houvesse aparecido um número tal de grandes poemas. Mostraram que era perfeitamente possível, que mesmo assim era possível escrever grande poesia, porque a poesia depende do sentimento e a capacidade de exprimi-lo de uma maneira formalmente resolvida e essa forma pode depender da invenção do poeta. Tanto assim que já havia há muito tempo, pelo menos 60 anos o Leaves of Grass, do Walt Withman, mostrando que os ritmos inumeráveis estavam por aí.
Esse tipo de visão cotidiana, banal das coisas, estava ligado a uma forma que hoje em dia se chama “a forma aberta”. Porque “forma”, se um poema não tem, nem chegou a ser poema, ainda é um rabisco. A forma tem de estar ali. De algum modo os elementos formais tem que equilibrar. Agora, existe a forma aberta e a forma fechada. Pela forma fechada se entende, não sei concordo inteiramente com essa terminologia, mas ela é útil, é aquela que tem todos os seus elementos imediatamente reconhecíveis dentro de uma tradição, ou se liga a uma tradição. É uma forma que arredonda o poema, os tercetos, quartetos, enfim, a forma pela qual sempre se fez poesia. A forma aberta é aquela que, em volta desses pressupostos, amplia, rompe, ignora de maneira a criar, talvez, um novo equilíbrio, com o risco de quebrar a cara. Um poeta que se baseia na forma aberta, a seus riscos e perigos, é Adélia Prado. É uma obra esplêndida do principio ao fim, porque ela conseguiu que cada um dos seus poemas seja uma forma aberta e, ao mesmo tempo, equilibrada. É muito difícil fazer isso.
De maneira que ali estava o receituário moderno, cujo corolário levava a uma conseqüência: não se pode usar as formas estabelecidas, certamente nada de soneto. O soneto estava completamente banido. Desse modo a forma tradicional, a forma na qual o soneto parnasiano tinha exercido o seu império durante mais de meio século. Ninguém agüentava mais aquela linguagem nobre, sisuda, mas em todo caso perfeitamente rimada, com rimas ricas, com ritmos já pré-determinados, com os quais não se podia brincar nem um pouco. O alexandrino era o verso nobre, principesco em que alguns desses poetas se expressavam, além do ritmo natural da língua, que é o decassílabo. Mas o alexandrino, por ser um verso francês, foi totalmente banido. Essa era a premissa, todo mundo rezava por essa cartilha.
Eis que Vinícius adota todo o receituário modernista de conteúdo, de linguagem, de assunto trivial, etc. e faz com isso um soneto parnasiano de rimas perfeitas e exatas e alexandrinos, versos de doze sílabas. Foi uma mal-criação! Porque não há como dizer que não era um poema moderno e não há como não reconhecer um soneto parnasiano em alexandrinos. Vinícius combinou a “forma maldita” com o conteúdo deseja por todos. Fala até com certa grosseira, pois era essa a receita, mas em alexandrinos, verso parnasiano. O que ele diz?

 

Soneto de Intimidade

Nas tardes da fazenda há muito azul demais.

Eu saio às vezes, sigo pelo pasto, agora

Mastigando um capim, o peito nu de fora

No pijama irreal de há três anos atrás.

 

Desço o rio no vau dos pequenos canais

Para ir beber na fonte a água fria e sonora

E se encontro no mato o rubro de uma amora

Vou cuspindo-lhe o sangue em torno dos currais

 

Fico ali respirando o cheiro bom do estrume

Entre as vacas e os bois que me olham sem ciúme

E quando por acaso uma mijada ferve

 

Seguido de um olhar não sem malícia e verve

Nós todos, animais, sem comoção nenhuma

Mijamos em comum numa festa de espuma.

 

Absolutamente sensacional! Como se dissesse: Esse é um soneto parnasiano em alexandrinos que não pode ser declamado em nenhum sarau literário.
Também, em matéria de manifesto modernista, acabou com a idéia de que não se pode mais fazer soneto. Vinícius nunca mais escreveu soneto alexandrino, mas decassílabos, os quais escrevia com facilidade. Mas faz esse como se quisesse demonstrar que não há proibições para a inspiração e para o saber fazer. Portanto, a bobagem de que se deva fazer de um modo e não de outro, serve apenas para poetas fracos.
O que espanta é que, após esse poema, a controvérsia continuou por um longo tempo, apesar de que diversos poetas voltaram ao soneto.
Ao mesmo tempo em que ele coloca o sentimento mais moderno possível dentro da forma mais estrita e arcaica, usa uma linguagem coloquial e imediata. Quando retoma o soneto, os faz neo-românticos, sempre perfeitos. É de um sentimento romântico muito intenso, mas de uma simplicidade, de uma fluidez tradicional perfeita, que contrasta com a dificuldade com que Drummond escrevia.

A influência de Vinícius foi capital no desenvolvimento da poesia brasileira. Se Drummond não tinha como aproveitar essas lições vinicianas, é porque era outro tipo de poeta. Era o poeta cujas limitações, por incrível que pareça Drummond é um poeta que nasceu das suas limitações, da dificuldade da espontaneidade, porque não tinha intimidade com a tradição, como Vinícius tinha.
Há ainda um outro elemento: os três poetas cariocas, Cecília Meireles, Dante Milano e Vinícius de Moraes.
Cecília é uma grande poeta, mas tem essa mesma facilidade, um grande poeta apesar dessa facilidade. Vinícius também, mas ambos são camuflados e de certo modo “dificultados” por essa facilidade. Quando compreendi esse fato, percebi o que Dante Milano fazia: tratava de conter essa facilidade, essa musicalidade, essa espontaneidade. O típico do carioca é o assovio, pelo menos antigamente era assim. Todo mudo andava a um rito de um certo balanço.Daí o samba e a melodiosidade que está em tudo. Não é necessariamente uma grande vantagem para a poesia, porque essa poesia vem com tanta facilidade que às vezes nem vale a pena fazê-la. Acaba por ser mais poética do que poema. De maneira que os poetas que viveram no Rio de Janeiro ou conviveram muito com o espírito carioca, como Bandeira. Vinícius e Cecília Meireles são espontâneos. São tão espontâneos que às vezes chega perto de serem banais. João Cabral, ao contrário, me disse que punha tudo no “complicador”. Acho que Cecília e Vinícius nunca puseram no “complicador”. Por isso, talvez, tiveram por tanto tempo a sua posição na poesia, aliás extraordinária, contestada. Sobretudo quando surgiram.
Um exemplo típico dessa melodiosidade é o chamado “Poeta da Vila, Noel Rosa. Como ele combinava música e letra com facilidade! Ele não era intelectual nem nada, tinha um dom: “Fazer um samba lá na vila é um brinquedo”, assim diz a música Palpite Infeliz.
Com a dificuldade instintiva e, digamos, ontológica, que Drummond sentia em fazer um poema, tornou-se o maior poeta do Brasil. Com a extraordinária facilidade que vem acumulada de gerações, que culminou em grandes poetas, como Cecília Meireles, Vinícius e Bandeira, mas de certo modo tradicionais, não são a grande contribuição, a grande novidade da poesia brasileira. Isso foi tarefa daquele que foi obrigado, por natureza, a escrever contra natura. Dessa poesia de Drummond nascerá a anti-lira de João Cabral. Não estou dizendo que prefira esta a tudo o mais, porém é impossível não reconhecer a importância dessas duas obras conjugadas, que nos obriga a definir tudo em volta desse duplo monumento.

Post a comment

Centenário de Miguel Torga

  • Jul 24, 2007
  • Post a comment

fonte: Diário de Notícias

Quase a fazer cem anos sobre o nascimento de Miguel Torga, são reeditados de uma assentada três volumes que representam o melhor de dois dos lados de um autor bastante ecléctico: Portugal e Poesia Completa I e II.

Mas antes de irmos a eles há que pensar um pouco a existência torguiana à sombra desta distância que só faz bem à perenidade das obras que se querem imortais. Até porque no seu caso não há dúvidas - dissiparam-se a partir da década de 50 -, porque o autor decidira esculpir nas duras pedras de granito transmontano, de que tanto gostava, o perfil que desejava registar no seu futuro verbete da história da literatura portuguesa.

Basta lembrar as memórias de Eduardo Lourenço sobre o significado da presença deste 'lobo solitário' em Coimbra para consecutivas gerações que subiam a rampa do Quebra Costas até à Universidade: "Era um mito que todos queriam conhecer e ser amigo dele, mas que o próprio Torga afugentava ao escolher os que aceitava..."

O transmontano era assim e conseguiu manter esse negativo da película original sempre que o tentavam revelar para o positivo da posteridade de um outro modo. Não quer com isto dizer-se que não fosse um dos mais calorosos portugueses, mas, como os seus conterrâneos, não estava aberto à devassa do seu íntimo a não ser em circunstâncias privadas. Facto, aliás, que se confirma em grandessíssima parte da sua obra, pois o tom autobiográfico submerge-a em enorme amplitude. Torga não receava expor-se, fê-lo n'A Criação do Mundo e em dezasseis volumes de um Diário que é uma história crítica do Portugal salarazista, marcelista e abrilista e até ao início dos 90.

Estes dois volumes, de quase 500 páginas cada, são testemunho dessa entrega à verdade, uma das componentes que exigia à personalidade e à sociedade que o cercava. São, também, uma exposição clara e conflituante na sua obra poética, onde não encobre ou esconde sentimentos e dúvidas contraditórios sobre Deus e a morte. Em Poesia Completa I e II tem o leitor uma vasta expedição pelo interior do ser e do pensar de Torga, aquela parte da obra em que é mais sincero porque a poesia, apesar de ter também parto difícil, ficava definitiva e desautorizava-o de fazer as habituais dúzias de emendas. Facto que se comprova nas mínimas alterações aos poemas em cada reedição de um livro porque, dizia, era-lhe impossível reescrever o que vinha de dentro. Até porque, enquanto um outro poeta produzia dez poemas, Torga teimava na finalização de um verso.

A reprodução manuscrita nas capas de Poesia Completa de algumas linhas do poema "Ariane" não é suficiente para o leitor (virgem) se aperceber da tortuosa concepção da sua literatura, mas, ao ler estes dois volumes, entenderá essa forma do ser torguiano. Anulados que foram por vontade própria os primeiros livros - sob o nome de baptismo (Adolfo Rocha) -, e dos quais o autor apenas aceitou reproduzir um verso, vieram uma ampla série de volumes que a seu tempo lhe deram a fama de poeta e o proveito que Torga mais desejava, pois se lhe quisessem colar um rótulo que não o de médico agradecia que fosse o de poeta.

De norte a sul

Curiosamente, e dê-se aqui o salto temporal para o ano deste centenário, apesar de ter escrito 1167 poemas, parece que é pela prosa que Torga ficará mais perene na leitura dos portugueses. Assim o dizem alguns dos seus mais profundos conhecedores, como Manuel Alegre, trazendo Sophia de Mello Breyner Andresen à colação - a sensibilidade dos poetas torna-os os melhores prosadores. Por isso, esta oportuna reedição permitirá que tal fôlego torguiano não fique esquecido nas livrarias, como está a acontecer com a maioria dos autores nacionais recém--falecidos, calcados pelo lixo literário que resulta do boom editorial. Até porque a sua poesia permite, mais do que conhecer um lugar que é marca de um século acabado, entender o ser do homem que não se transformou com a viragem do século e que nasce do homem em mudança.

Está nessa Poesia Completa incluída a série dos Poemas Ibéricos, que permite saltar para a outra reedição, a de Portugal. Existiu em Torga uma luta constante entre a necessidade de viver a totalidade de um pensamento iberista e o orgulho de ser português sem ceder a investidas contra a nossa independência - nem mais tarde, às da União Europeia. Para Torga, a exigência de partilhar cultural e espiritualmente a península até aos Pirenéus traduziu-se na admiração dos Miguéis Unamuno e Cervantes, mas jamais aceitou que da fronteira para cá passasse mais do que isso. Editado em 1950, eleva e enleva a pátria sem ser um mero exercício de nacionalismo, porque não era dessa têmpera e insurgia--se contra o poder da força que promovia uma errada concepção de fecho à modernidade. |

Post a comment

Drummond lendo "Oficina Irritada"

  • Jul 24, 2007
  • Post a comment

 

17. Carlos Drummond de Andrade - Oficina Irritada
17. Carlos Drummond de Andrade - Oficina Irritada
Carlos Drummond de Andrade

Post a comment

About Me

edunogama
Brazil
View my profile

Neighborhood

  • Team Vox
    Team Vox Updated: 5 days ago

Explore friends, family, friends & family, or entire neighborhood.

View my neighbors

Videos

  • Manuel Bandeira- O último poema

View more of my videos

Audio

  • 17. Carlos Drummond de Andrade - Oficina Irritada

View more of my audio

Archives

  • August 2007 (1)
  • July 2007 (3)
  • 2007 (4)

Subscribe

  • Subscribe to a feed of these posts
  • Powered by Vox
  • Theme designed by Lilia Ahner
  • Use this theme

Visitas

  • Home
  • Explore
  • Tour Vox
  • Start a Vox Blog
Already a member? Sign in

Back to top

View Vox in your language: English | Español | Français | 日本語

Brought to you by Six Apart, creators of Movable Type, Vox and TypePad.
Six Apart Services: Blogs | Free Blogs | Content Management | Advertising

Vox © 2003-2008 Six Apart, Ltd. All Rights Reserved.
Help | Learn More | Terms of Service | Privacy Policy | Copyright | Advertise | Get a Free Vox Blog

Loading…

Adding this item will make it viewable to everyone who has access to the group.

Adding this post, and any items in it, will make it viewable to everyone who has access to the group.

Create a link to a person
Search all of Vox
Your Neighborhood
People on Vox

(Select up to five users maximum)

Vox Login

You've been logged out, please sign in to Vox with your email and password to complete this action.

Email:
Password:
 
Embed a Widget
Widget Title: This is optional
Widget Code: Insert outside code here to share media, slideshows, etc. Get more info
OK Cancel

We allow most HTML/CSS, <object> and <embed> code

Processing...
Processing
Message
Confirm
Error
Remove this member